O WordPress roda cerca de 43% de toda a internet. Essa popularidade tem um preço: é o alvo preferido de ataques automatizados. E o detalhe mais perigoso é que a maioria das invasões não vem do core do WordPress — vem de um plugin ou tema desatualizado que ninguém olhava há meses.
Pior: um site invadido geralmente continua "funcionando" pra você. Enquanto isso, distribui spam, redireciona visitantes ou injeta malware nos seus clientes. Quando o Google percebe e bloqueia, o estrago de reputação já aconteceu.
Os 5 sinais de alerta
1. Redirecionamentos estranhos
O visitante clica e cai em outro site.
2. Usuários administradores que você não criou
Alguém abriu uma porta.
3. Picos de tráfego ou de e-mails saindo do servidor
Seu site virou ferramenta de spam.
4. Aviso do Google na busca
"Este site pode estar comprometido".
5. Lentidão súbita sem explicação
Processos maliciosos consumindo recursos.
O que fazer
Limpar o site é só metade do trabalho. Sem identificar como entraram — e fechar essa porta — a reinfecção é questão de semanas. O conserto de verdade é técnico: diagnóstico da origem, limpeza, atualização e monitoramento pra não repetir.
Na LINKTI, a gente assume o problema do começo ao fim — do diagnóstico à blindagem. Sem jogo de empurra, sem "isso não é comigo".
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