Toda empresa descobre, num momento específico, quanto custou a hospedagem barata: no meio de uma campanha, com o site fora do ar e ninguém pra atender. O boleto era de R$ 15 por mês. O prejuízo daquela tarde, não.
Por que o compartilhado é barato, e onde a conta volta
Num plano compartilhado, centenas de sites dividem o mesmo servidor. Você não paga só pela sua fatia, paga também pelo comportamento dos vizinhos. Quando um deles é invadido, recebe um pico de tráfego ou roda um script pesado, o servidor inteiro sente o efeito. É o chamado *bad neighbor effect*: o seu site cai por um problema que não é seu.
Some a isso o combo comum desses planos: sem backup automático, sem monitoramento de disponibilidade, e um suporte genérico que responde em horas, não em minutos.
O que a hospedagem gerenciada muda
A conta se inverte: custa mais no boleto, mas inclui backup, monitoramento 24 horas, atualização de segurança contínua e, o mais valioso, alguém agindo antes de você perceber o problema. Você deixa de ser o primeiro a descobrir que o site caiu.
A pergunta certa
Em vez de "quanto custa o plano", vale calcular "quanto me custa uma hora fora do ar no meu melhor dia de vendas". Quando essa segunda conta é maior que a diferença de mensalidade entre os dois planos, e costuma ser, o barato já saiu caro.
A Linkti trata hospedagem como infraestrutura crítica de negócio: o tipo de coisa que não dá pra espremer só porque não quebrou ainda.
Quer saber quanto custaria uma hora do seu site fora do ar? Fale com o time de Hosting Platform da Linkti pelo WhatsApp.